domingo, 5 de dezembro de 2010

Longas Noites


O que é meu, o que me pertence.
Uma piuba de cigarro no chão.
Não dou importância ao refrão,
Meu conteúdo está em toda a letra.

Noites glamourosas, brilho e elegância.
Nos salões da vida o que reluz é a ignorância.
A imprudência e até inocência.
O prazer comanda e os princípios se mandam.

Sou 'in' por usar aquela tanga.
Estou na pista, meu bem, ninguém me tranca.
Um colar de ouro, futilidade em pessoa.
Arrisco no jogo, iludo no amor.

O perigo da noite me deixa sagaz.
O risco em vida, a vida em morte.
Drinks e mais drinks, quero que suba a cabeça.
Até que o dia amanheça e a manhã entardeça.

Violência se torna diversão.
O coração, se torna aquele refrão vazio.
A roupa não me cabe, e logo a quero perder.
As noites são longas na Paris que existe em você.

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