domingo, 5 de dezembro de 2010

Não é preciso

Não preciso de conselhos e vozes alheias para saber.
Não preciso de cartazes e holofotes ao meu redor.
Ouvir ali e aqui que você me ama.
Não preciso de alertas ao seu sentimento.

O brilho do teu olhar,
A luz do teu sorriso, me serão suficientes.

Não preciso que enfeitem as praças e igrejas.
Não preciso de cartazes e panfletos.
Não preciso de notícias, não preciso de razões.
Por que isso não precisa de uma razão.

O toque da tua mão,
A resposta ao meu chamar, me serão suficientes.

Não preciso de provas escritas, ditas ou pintadas.
Não preciso de fotografias ou buquês de rosas caras.
Não preciso de juras em público ou de homenagens.
Não preciso da tua boca falando em vão.

Os gestos naturais,
Os momentos informais nos quais você me faz tão bem ...

Não seria suficiente o meu amor pra você me amar também?
Não seria suficiente minha dor para você sentir também?
Atos inesperados, palavras ditas na naturalidade do dia-a-dia.
Nosso amor não é jura. Amamos em silêncio apreciando a figura da pessoa amada.

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